terça-feira, 23 de junho de 2009

Ediane

Ediane,
As lembranças de quando empinava pipa
E todos na rua te chamavam de cabrita
São reais em mim, como esta pipa
Que guardei com carinho
De ti, minha linda Ediane, a cabrita

Que pulava a minha janela
E deitava na minha cama
Beijava meus lábios
Ardentes em chamas

Ediane, minha ama
Você morou na minha cama

Lembro de quando meu corpo
Acendia as tuas chamas
Com teus seios rosados de dama

Que foram queimados pelo sol
Nos dias que empinava pipa
E passava encerol
Em baixo do meu lençol

Ediane,
A minha linda G I R A S S O L


Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

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