quinta-feira, 27 de agosto de 2009


A Bailarina Apaixonada


A Bailarina Apaixonada
Vai sorrindo camarada
Com seu grande talento
Vai contagiando a contento

Com suas sapatilhas
Que voam como o vento
Arranca aplausos
Com grande sentimento

Aplausos...
Que deixa a bailarina apaixonada
Contente na sua doce jornada

Como se fosse uma namorada
Dedica e muito estimada



Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

Ao copiar esta poesia cite o autor
Mario de Almeida, assim estarás seguindo a lei
E contribuindo com o autor e a literatura


sexta-feira, 10 de julho de 2009

JORNALISMO X DIPLOMA - PEC 33



Nº 33, DE 2009
Acrescenta o art. 220-A à Constituição Federal, para
dispor sobre a exigência do diploma de curso superior
de comunicação social, habilitação jornalismo, para o
SENADO FEDERAL
PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO
exercício da profissão de jornalista.

As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60
da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:
Art. 1º A Constituição Federal, passa a vigorar acrescida do seguinte art.
220-A:

Art. 220-A O exercício da profissão de jornalista é privativo do
portador de diploma de curso superior de comunicação social, com
habilitação em jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo
Ministério da Educação, nos termos da lei.
Parágrafo único. A exigência do diploma a que se refere o caput
é facultativa:

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I – ao colaborador, assim entendido aquele que, sem relação de
emprego, produz trabalho de natureza técnica, científica ou cultural,
relacionado com a sua especialização, para ser divulgado com o nome
e qualificação do autor;

II – aos jornalistas provisionados que já tenham obtido registro
profissional regular perante o Ministério do Trabalho e Emprego.
ART. 2º ESTA EMENDA CONSTITUCIONAL ENTRA EM VIGOR NA DATA DE SUA
PUBLICAÇÃO.

JUSTIFICAÇÃO
Muitos dos que defendem o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista
apelam para o direito inalienável de comunicar, que deve ser estendido a todas as
pessoas, e não só aos jornalistas formados. Sem dúvida alguma, a comunicação é um
direito de todos, e qualquer pessoa pode e deve fazê-lo.
O ser humano se comunica desde tempos imemoriais, quer através de
desenhos nas pedras, em tabuletas, papiros, quer bradando no alto das montanhas. Dizer
a sua palavra é pressuposto fundamental da liberdade do ser.
O jornalismo é uma das tantas formas de se comunicar alguma coisa a
alguém, só que embutida num conjunto de regras que extrapolam o elemento primordial
de simplesmente dizer a palavra. O jornalismo é um modo de narrar que pressupõe
análise, conhecimento histórico, impressão, focos narrativos, contexto, conhecimento
sobre linguagem, signos etc... Coisas que a gente precisa aprender em relações de
educação formal que extrapolem o desejo criador e criativo do ser sozinho (Cfr. Em
defesa do diploma. Mas não só. Elaine Tavares, in
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=502DAC002).
Para Beth Costa, Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, a
defesa da regulamentação profissional do jornalista e do surgimento de cursos
qualificados aparece já no primeiro congresso dos jornalistas, em 1918, e teve três
marcos iniciais no século passado: a primeira regulamentação, em 1938; a fundação da
Faculdade Cásper Líbero, em 1947 (primeiro curso de jornalismo do Brasil); e o
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reconhecimento jurídico da necessidade de formação superior, em 1969, aperfeiçoado
pela legislação de 1979.
Foi no século passado que se reconheceu no jornalismo – seja no Brasil,
nos Estados Unidos, em países europeus e muitos outros – um ethos profissional. Em
outras palavras, validou-se, socialmente, um modo de ser profissional, que procura
afastar o amadorismo e vincular a atividade ao interesse público e plural, fazendo do
jornalista uma pessoa que dedica sua vida a tal tarefa.
Nesse contexto, evoluíram e se consolidaram princípios teóricos, técnicos,
éticos e estéticos profissionais, disseminados por diferentes suportes tecnológicos, como
televisão, rádio, jornal, revista, Internet. E em diferenciadas funções, do pauteiro ao
repórter, do editor ao planejador gráfico, do assessor de imprensa ao fotojornalista. Para
isso, exigem-se profissionais multimídia que se relacionem com outras áreas e com a
realidade a partir da especificidade profissional; que façam coberturas da ciência à
economia, da política aos esportes, da cultura à saúde, da educação às questões agrárias
com qualificação ética e estética, incluindo concepção teórica e instrumental técnico a
partir de sua área. Tais tarefas incluem responsabilidade social, escolhas morais
profissionais e domínio da linguagem especializada, da simples notícia à grande
reportagem.
Ninguém ignora que a informação jornalística é um elemento estratégico das
sociedades contemporâneas. Por isso é que o Programa de Qualidade de Ensino da
Federação Nacional dos Jornalistas – debatido, aperfeiçoado e apoiado pelas principais
entidades da área acadêmica (como Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos
Interdisciplinares da Comunicação; Abecom – Associação Brasileira de Escolas de
Comunicação; Enecos-Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação; Compós -
Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação; e Fórum de
Professores de Jornalismo) – defende a formação tanto teórica e cultural quanto técnica e
ética. Tal formação deve se expressar seja num programa de TV de grande audiência ou
numa TV comunitária, num jornal diário de grande circulação ou num pequeno de bairro,
num site na Internet ou num programa de rádio, na imagem fotojornalística ou no
planejamento gráfico (Diploma em jornalismo: uma exigência que interessa à sociedade,
in http://www.fenaj.org.br/interesse.htm).
Uma conseqüência óbvia da não obrigatoriedade do diploma de jornalista
para o exercício da profissão seria a rápida desqualificação do corpo de profissionais da
imprensa do País. Empresas jornalísticas de fundo de quintal poderiam se proliferar
contratando, a preço de banana, qualquer um que se declare como jornalista. Era assim
no passado, e resquícios desse período ainda atormentam a classe jornalística de tempos
em tempos. Uma pesquisa de 1997, feita pelo Sindicato de Jornalistas de São Paulo,
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revelou que 19 profissionais reconhecidos pelo próprio sindicato como jornalistas eram
analfabetos.
Não se podem desconsiderar os benefícios que advieram para a profissão
com a exigência da formação universitária específica na área de comunicação. Um
jornalista não é um mero escritor, um mero emissor de opiniões. Isso é papel dos
articulistas, contratados pelos órgãos de imprensa para esse fim específico, e dos quais
não se exige, nem nunca se exigirá, diploma de jornalista. A principal atividade
desenvolvida por um jornalista, no sentido estrito do termo, é a apuração criteriosa de
fatos, que são então transmitidos à população segundo critérios éticos e técnicas
específicas que prezam a imparcialidade e o direito à informação. Isso, sim, exige
formação, exige estudo, exige profissionalismo.
Exigir formação acadêmica para a realização de uma atividade profissional
específica, sensível e importante como o jornalismo, não é cercear a liberdade de
expressão de alguém. É razoável exigir que as pessoas que prestam à população esse
serviço sejam profissionais graduados, prepJustificararados para os desafios de uma atividade tão
sensível e fundamental, que repercute diretamente na vida do cidadão em geral.
Pelas razões expostas, estamos convencidos de que a iniciativa merecerá o
acolhimento e os aperfeiçoamentos que se fizerem necessários por parte dos ilustres
membros do Congresso Nacional.
Sala das Sessões,
SENADOR ANTONIO CARLOS VALADARES
(À Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.)
Publicado no DSF, em 03/07/2009.
Secretaria Especial de Editoração e Publicações do Senado Federal – Brasília-DF
OS: 14384/2009

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A Batalha dos deuses


Marchando rumo ao combate
Na ferrenha batalha
Travada contra o teu coração
Que não abre para mim

Vou sorrindo diante da dor

Das perdas
Do dissabor

Com a certeza de conquistar-te
Mesmo que a luta dure
Séculos e séculos

Eu perca parte do meu corpo

Da minha alma
Da minha vida

Não descansarei
Nem desistirei
Da meta:

TER-TE


Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

Ao copiar esta poesia cite o autor

sexta-feira, 26 de junho de 2009

MULHERES E MORTE

Profundos Mares
Amores Profundos
Indecifráveis Mulheres
Hoje me querem...
Amanhã...
Amanhã Me renegam a deriva deÁguas Revoltas...
Nas águas, antes da queda livre e solta,
Imploram ao meu coração a volta...
Antes a queda! (Prefiro)
Melhor a cachoeira
Que me lança nas Pedras...
Voltar a ti é duas vezes dor!!!
Cair nas Pedras é morrer de Amor...(Por que te amo..?)
Morrer de Amor é não entenderAs mulheres...
Eis o nosso legado forte..!
O mergulho com as profundezas da Morte.
Mulher e Morte...
A Primeira... Indecifrável
A Segunda... Inexorável
Uma... Namorada Passageira
Outra... Morada Eterna...

Juntas...Meu destino, minha caverna!
Separadas... Minha Ressurreição!
Dentro, é claro, de Seu Coração!!!
Ronaldo Ramos

terça-feira, 23 de junho de 2009

Ediane

Ediane,
As lembranças de quando empinava pipa
E todos na rua te chamavam de cabrita
São reais em mim, como esta pipa
Que guardei com carinho
De ti, minha linda Ediane, a cabrita

Que pulava a minha janela
E deitava na minha cama
Beijava meus lábios
Ardentes em chamas

Ediane, minha ama
Você morou na minha cama

Lembro de quando meu corpo
Acendia as tuas chamas
Com teus seios rosados de dama

Que foram queimados pelo sol
Nos dias que empinava pipa
E passava encerol
Em baixo do meu lençol

Ediane,
A minha linda G I R A S S O L


Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

Ao copiar esta poesia cite o autor

sábado, 20 de junho de 2009

PIRAR

Res...
PIRAR
Perder o
Fôlego
Perder o
AR
Não poder
Res...
PIRAR
Natu...
REZA...
nos
Res...
PIRA
e nos
Es...
PIRRA
Es...
PIRAMOS a
Natu...
REZA
Res...
PIRAMOS
Fumaça
Fumamos a vida
Ex...
PIRAMOS
... a MORTE
ES..
TAMOS
PIRADOS
mas
REZA
para ter
Boa
Sorte.
RONALDO FERNANDES RAMOS

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Minha Morena Belém

Teu corpo pequeno
Da cor do açaí
Tem o gosto gosto
Do pato no tucupi
Tem o gosto
Da tapioca
E do camarão
No açaí

Tem o gosto
Do tacacá
O sabor
Do caruru
E da maniçoba
Do Pará

Teu corpo pequeno
Da cor do açaí
Tem o gosto gostoso
Da farinha
Feita em tipiti
Tem o gosto
Do jambú
E do saboroso
Açaí

Mario de Almeida
O poeta castanhalense

Ao copiar a poesia cite o autor
Olhando o luar


Vou olhar o céu
Vou olhar o papel

Vou olhar o mel
Vou olhar o Painel

Vou olhar o léu
Vou olhar o coronel

Cena perfeita
No bordel

Encenada na luz do Noel
Em pleno quartel


Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

Ao copiar a poesia cite o autor

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Ó BELA CASTANHAL

Passo a deambiar para aurir
Dos meus sentimentos...

Intensos,

Imensos,

Como os espaços celestes
Azuis...

Que esta bela cidade me introduz
Este ai de remédio incerto
De cura dúbia...

Sendo eu escravo desta ternura
Que de dia e de noite me atenua...

O amor a essa Castanha setentrional
Não tem fim...

Ó bela Castanhal!

Teu povo é singular
Teus filhos hospitaleiros
Deram-me um lar...

É o sol, é o luar
É a chuva da tardinha
Teus igarapés...

Tudo das terras dessas Castanhas
É mais belo! É mais bonito
Inspiram-me a te amar...

Estas no horizonte!
Que cá da estrada da vida
Não canso de te contemplar...

Teus cabelos Castanhos...
Teus olhos castanhos...
Tua pele Castanha...

Ó bela Castanhal!
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*
*
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Ronaldo Fernandes Ramos

terça-feira, 9 de junho de 2009

Caro Acadêmico:

Para participar desse site escrevendo para o mesmo é muito simples. Basta nos enviar uma solicitação para o e-mail.: rummy105@hotmail.com que nós o adcionaremos para então você começar a postar seus escritos.

SOLENIDADE DE FUNDAÇÃO E POSSE DA ACL

No último sábado, 6, foi feito, no auditório Danilo Remor, BR 316 em Castanhal, a solenidade de fundação e posse da Academia Castanhalense de Letras como ícone municipal na luta contra o obscurantismo. Na oportunidade, estiveram reunidos autoridades do municipio, membros da Academia Paraense de Letras, intelectuais, entidades de classe e organizações da sociedade civil para prestigiar o evento.
Os 18 membros da Academia Castanhalense de Letras foram empossados pelos os imortais da Academia Paraense de Letras que, na pessoa do seu presidente o Imortal Dr. Edson Franco, destacou-se a importância de se ter uma academia municipal de letras para o crescimento cultural, não só do estado, como também do Brasil desde que seus membros estejam compromissados em travar uma luta contínua em favor da cultura e contra o chamado obscurantismo.
Na ocasião, foi criado um vínculos entre as duas academias para tão somente fortalecerem projetos de níveis intelectuais literários simbolizado pela diplomação do Correspondente da Academia Paraense de Letras do filósofo e imortal da Academia Municipal de Letras Olavo Bahia Neves.
Para abrilhantar ainda mais a ocasião todos ouviram atentos as poesias do ”Príncipe do Poetas” o Imortal Alonso Rocha que logo depois foi ovacionado pelo público.
Academia Castanhalense de Letras tem uma composição executiva constituída de Presidente, Vice-Presidente, Primeiro e Segundo Secretários, Primeiro e Segundo Tesoureiro, Primeiro e Segundo Orador, Diretor Jurídico e Diretor de Biblioteca.
Para finalizar o Prefeito de Castanhal, Hélio Leite da Silva, anunciou quatro incentivos literários para Academia Castanhalense de Letras para então fortalecer e viabilizar publicações de livros.